Exemplos de uso / Exemplos de diagrama

Querida comunidade da Mandala Lunar,

Aqui colocamos alguns exemplos de como usar a Mandala Lunar, mais especificamente, o Diagrama Lunar. Logo vamos subir mais exemplos (assim que os recebermos de nossa comunidade). Caso você crie uma nova forma de usar, volta aqui para nos contar também 😉

Essa é forma que está descrita como exemplo de uso na Mandala Lunar. Nela, a cor é usada para marcar a intensidade de algum aspecto escolhido (como energia física, extroversão, libido, etc), em que os dias em os aspectos se apresentam com pouca ou nenhuma intensidade, o anel correspondente a ela fica em branco, nos dias em que se apresentam com intensidade média a cor é preenchida com pouca pressão e nos dias em que se apresentam com intensidade a cor é preenchida com pressão e ocupando todo o espaço correspondente.

Nesse exemplo, as legendas de cores são utilizadas como uma linha que atravessa os anéis e a intensidade do aspecto de legenda de cada cor é feita com a variação da espessura da linha.

Exemplo em que o uso das cores é utilizado sem a delimitação dos anéis, vazando eles de acordo com a quantidade do aspecto de cada legenda de cor, como conteúdos em um copo, informando os sentimentos/aspectos mais presentes em cada momento pelo espaço em que ocupam.

Exemplo de diagrama utilizado sem legenda de cores, apenas com ícones.

Esta página está em construção. Estamos alimentando-a com exemplos de como vocês a usam, por isso convidamos vocês a enviarem pra gente uma foto de um diagrama da sua Mandala Lunar preenchido junto com uma foto do seu marca-páginas e um pequeno texto contando como vocês fazem o preenchimento, para que possamos entender a forma que você a usa e publicarmos aqui como exemplos para outras pessoas se inspirarem!


QUERO MOSTRAR COMO USO A MINHA MANDALA LUNAR

Beatriz Silva Groppa: Minha auto-observação é muito mais eficaz com a mandala lunar. Minha legenda é simples em forma de “semáforo” ou ícones para facilitar o preenchimento e minha organização/constância.

Amanda Hazan: Eu tenho uma vida muito corrida, então acabei desistindo de pintar (por mais que eu ache que fica muito mais bonito hahaha). Acabei optando pelo mais rápido e prático. Mas eu tava tentando mapear, além dos meus sentimentos e emoções, meus hábitos também, para entender o quanto eles eram aflorados dependendo do momento do meu ciclo. Foi uma experiência de autoconhecimento muito interessante. Hoje em dia já não sinto mais tanta necessidade de ser tão detalhista, mas para quem está começando a fazer o exercício da mandala, eu acho que é legal mapear o máximo de coisas possíveis. No fim, e tudo autoconhecimento e perceber o quão inconstante somos e quão lindo essa inconstância representada na mandala é, acalenta nossa coração e nos ajuda a ser mais gentil com nós mesmas.

Vanessa Schieber: Gosto de preencher meu diagrama com caneta coloridas dividindo minha intensidade em 3 níveis: pintando por completo significa o máximo da sensação, pintado pela metade é a média, e por fim corto ao meio (parecido com o símbolo proibido) quando o nível é baixo dessa sensação. Os símbolos gosto de colocar todos em cima para não poluir minha análise na hora de ver os níveis das sensações pintadas. Abro exceção para ícones que eu quero evidenciar nesse ciclo para analisar melhor, por exemplo: coloco o símbolo de sexo em cima da cor da energia sexual para analisar como está minha vida sexual nesse ciclo. Um outro exemplo: coloco o símbolo de dor de cabeça em cima da cor da energia vital para analisar se nesse ciclo estou com muitas dores de cabeça ou não e se preciso abrir um alerta para marcar alguma consulta médica. Utilizo essa forma desde 2019 quando de fato criei o hábito de preencher o diagrama e analisar os ciclos, eu sou uma pessoa visual então o diagrama ele tem que estar bem organiza pra eu conseguir analisar.

Clara: Obs: Utilizo simbolos para registrar alguns acontecimentos, sejam inéditos ou frequentes. As canetinhas para deixar gritante situações ou pensamentos que me marcaram muito.

Juliana Morata: Eu sigo mais ou menos o que vocês ensinam!

Anônima: Eu combinei “nichos” de símbolos determinados pelas cores, é como se cada temática de cada uma das cores desse a tônica para símbolo, como se eles pertencessem àquela egrégora da cor. Toda forma, eu não deixo que isso restrinja o símbolo, não o incluo no diagrama apenas sobre aquela determinada cor. Até porque, o “Banho de Ervas” que no marca página pertence ao grupo da Cor Prata (que representa a cor da “Espiritualidade/Magia”) pode amanhã comunicar para mim um indicativo de “Auto-cuidado/auto-estima (que é representado pela cor amarela), ou noutro dia ainda pode me dizer que conseguir tomar o Banho de Ervas é sinal que fui produtiva (cor laranja). À respeito das cores, eu não contenho elas em quadrantes, deixo que estravazem no interior da fatia na quantidade e intensidade que me ocorrer a partir dos sentimentos e deixo que ela se mescle às outras cores sem que haja fronteira definida entre elas. Acho fundamental puxar flechas das fatias que representam os dias acaso naquela data tenha ocorrido algo importante, assim, o meu Eu do futuro consegue mapear os acontecimentos e o diagrama passa a ter também função de Sumário das minhas contações de histórias pelas páginas da Mandala – isso funciona muito bem tb para quem gosta de utilizar a ferramenta “YearCompass” para planejar as metas do ano, assim, ali já ficam anotados e compilados os principais eventos que ocorrem no ano que está a se encerrar!

Bárbara: Nunca consegui me adaptar com símbolos e cores. Testei por alguns anos seguidos, mas na hora de revisar acabava que me confundia muito e começou a ficar um processo muito pesado ter que olhar o significado de caaada coisa pra entender meus padrões. Então comecei a escrever e só escrever mesmo. Uso algumas palavras que resumam como me senti naquele dia. *Pretendo ainda esse ano aplicar alguns poucos símbolos, mas ainda não os defini exatamente. Acredito que vá ser: cólica, sintoma de sinusite, relação sexual.